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HISTÓRIA DA ORDEM DO CARMO EM PORTUGAL
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Balbino Velasco Bayón, O. Carm. |
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Titulo original: História de la Orden del Carmen en Portugal |
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| Tradução: Manuel R. Freitas, O. Carmo | ||
| Foto da capa: Beato Nuno de Santa Maria | ||
| Capela da Ordem Terceira do Carmo - Lisboa | ||
| Prefácio de Joaquim Veríssimo Serrão | ||
| Presidente da Academia Portuguesa de História | ||
Quem são os Carmelitas? Qual a sua origem, e porque se chamam Carmelitas? Como foi, e como tem sido a sua existência da Ordem Carmelita em Portugal? Qual o seu património na cultura, no apostolado, na espiritualidade, e de que modo dão testemunho da Igreja no mundo? Quem foram, ou quem são as personalidades históricas da vida portuguesa com origem na Ordem Carmelita? |
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Pela primeira vez em quase oitocentos anos de história da Ordem do Carmo em Portugal, passamos a dispor de um compêndio histórico exaustivo e documentado nas fontes originais, sendo de realçar o monumental levantamento da bibliografia carmelita e, sobretudo, o inventário da documentação manuscrita e inédita.
Obra para ficar, serve a Ordem do Carmo, mas serve também a história das Ordens Religiosas e da Igreja em Portugal, em que os Carmelitas puseram o acento afectivo do culto mariano.
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A presente obra narra a aventura histórica do Carmelo em Portugal, desde a sua fundação, nas primeiras décadas do século XVI em Moura, até aos nossos dias. É uma história brilhante. Conta com a figura excepcional do Beato Nuno de Santa Maria, quem, fascinado pela devoção que os Carmelitas professavam para com a Virgem Maria, trouxe os frades de Moura para o grande Carmo de Lisboa, convertido em foco importantíssimo de religiosidade popular e devoção mariana. No leque de varões insignes temos de mencionar também o jurista João Sobrinho, o reformador Baltazar Limpo, arcebispo de Braga, o músico João Cardoso, o biblista João Silveira, o místico Estêvão da Purificação... A sua projecção missionária no Brasil, especialmente no Grão-Pará, assombra o historiador; aproxima-se do conventos de monjas de clausura, de Maria Perpétua da Luz... Fica também admirado com a força e o vigor da Ordem Terceira do Carmo. Todos estes e muitos outros aspectos se reflectem neste livro, fruto de longas horas de investigação nos arquivos principalmente portugueses e aida do contacto com abundante bibliografia. |
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"A obra que temos o gosto de apadrinhar, na qualidade de presidente da Academia Portuguesa da Históra, pode ser considerada, sem qualquer tipo de exagero, um monumento erguido à gloria dos Carmelitas de Portugal. Trabalho de rigor científico e assente numa frutuosa investigação, impõe-se pela seriedade da feitura e pelo amor intelectualis que o inspirou." |
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| Joaquim Veríssimo Serrão - Presidente da Academia Portuguesa de História | ||